"And you can see my heart beating
You can see it through my chest
And i`m terrified but i`m not leaving
Know that i must pass this test
So just pull the trigger "
Dia desses eu estava ouvindo a música "Russian roulette", na belíssima voz de Rihanna, e me vieram alguns pensamentos a respeito da letra. Que imediatamente me remeteram ás incertezas do amor. A tradução do trecho acima seria mais ou menos assim: Você pode ver meu coração batendo/ pode ver através do meu peito/ estou apavorada, mas não vou sair/ sei que preciso passar nesse teste/ então, simplesmente puxe o gatilho.
Apropriado... vivemos numa ensandecida roleta russa ao nos apaixonarmos. Perdemos o ar, o juízo, o chão. Flutuamos entre nuvens e usamos lentes cor-de-rosa. Aí vem a euforia. E com o tempo, o medo da perda. Quem ama teme perder, e a relação amorosa torna-se um jogo no qual nos lançamos sem a certeza de vencer. Mas como vencer nesse jogo? Vence quem conseguir transitar na leveza, caminhar na corda bamba, respeitar o vai-e-vem das marés do coração.
Vale a pena, acredite. Na roleta amorosa, quem ganha não é aquele que se oculta do gatilho. Ganha a própria relação.
quinta-feira, 18 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Boas surpresas in the air
Ontem fui ao cinema para assistir ao filme "Amor sem escalas", com o ator George Clooney (título original : Up in the air, se não me falha a memória). É um filme que foi bastante comentado, no entanto aqui em BH ele está sendo exibido apenas no Pátio e no Bh Shopping, em horários reduzidíssimos. Foi até engraçado, porque fui com meu namorado na sessão das dez da noite, e estava super vazio( tudo bem era uma terça-feira...). Fomos os primeiros a entrar na sala. Comentei com ele : quer apostar, que quando outras pessoas entrarem, vão escolher ficar pertinho da gente, com tantos lugares pra escolher? Não deu outra; acho que entraram no máximo umas 15 pessoas, que se sentaram praticamente no nosso colo, rs. Tudo bem, a gente estava no meio da sala, lugar privilegiado, mas eu, se chegasse mais tarde e me deparasse com uma sala de cinema, grande, com dezenas de cadeiras disponíveis, jamais me sentaria tão pertinho assim... aproveitaria a privacidade. Mas, enfim, sem implicâncias, foi apenas uma observação.
Quanto ao filme, gostei muito, é leve, descompromissado e com boa atuação do galã George Clooney. Mas passa uma mensagem muito bacana de que como ainda se pode (e deve) valorizar as relações humanas hoje, em tempos de informática e tecnologia.
O personagem principal, cinquentão, se vê na eminência de perder o emprego em prol da tecnologia,tem como objetivo pessoal acumular um absurdo de milhas( ele viaja quase todos os dias do ano), nunca se casou e não tem filhos, adoooora essa vida, e de repente se percebe apaixonado por uma mulher madura, que modifica sua maneira de ver as coisas. E ainda há , em paralelo, uma mocinha arrogante e sonhadora que também vai quebrando seus paradigmas á medida que o filme avança. Vale a pena assistir, devido ás boas atuações, e ás sutilezas que vão se revelando.
Beijos
Quanto ao filme, gostei muito, é leve, descompromissado e com boa atuação do galã George Clooney. Mas passa uma mensagem muito bacana de que como ainda se pode (e deve) valorizar as relações humanas hoje, em tempos de informática e tecnologia.
O personagem principal, cinquentão, se vê na eminência de perder o emprego em prol da tecnologia,tem como objetivo pessoal acumular um absurdo de milhas( ele viaja quase todos os dias do ano), nunca se casou e não tem filhos, adoooora essa vida, e de repente se percebe apaixonado por uma mulher madura, que modifica sua maneira de ver as coisas. E ainda há , em paralelo, uma mocinha arrogante e sonhadora que também vai quebrando seus paradigmas á medida que o filme avança. Vale a pena assistir, devido ás boas atuações, e ás sutilezas que vão se revelando.
Beijos
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domingo, 7 de março de 2010
Início
Bem... há que começar pelo início...
É a primeira vez que eu escrevo, assim, pra alguém. Ou, a princípio, pra mim mesma...
As reticências estão aí pra dar a idéia de continuidade. Nada é definitivo nessa vida, quando se pensa que não há mais o que dizer, ou fazer, ou descobrir, vem o inesperado e...pronto! Pega a gente de surpresa. Acho que podemos usar esse espaço pra falar um pouco do nosso cotidiano, e (por que não ?), dos prazeres da vida, como bater um bom papo, namorar, viajar, sair pra dançar, comer bem( com moderação), beber ( com muuita moderação), ver um filme legal,ler um bom livro... não necessariamente nessa ordem. Porque problemas, todo mundo tem. Que tal compartilharmos boas experiências ?
É a primeira vez que eu escrevo, assim, pra alguém. Ou, a princípio, pra mim mesma...
As reticências estão aí pra dar a idéia de continuidade. Nada é definitivo nessa vida, quando se pensa que não há mais o que dizer, ou fazer, ou descobrir, vem o inesperado e...pronto! Pega a gente de surpresa. Acho que podemos usar esse espaço pra falar um pouco do nosso cotidiano, e (por que não ?), dos prazeres da vida, como bater um bom papo, namorar, viajar, sair pra dançar, comer bem( com moderação), beber ( com muuita moderação), ver um filme legal,ler um bom livro... não necessariamente nessa ordem. Porque problemas, todo mundo tem. Que tal compartilharmos boas experiências ?
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